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A doce alegria de carregar consigo as chaves da casa própria e não as do imóvel alugado não pertence mais somente àquelas pessoas que já se encontram em um momento avançado de sua vida profissional.

Com diversas opções de financiamentos e programas de incentivo à habitação, além de prazos de até 35 anos e juros administráveis, o sonho da casa própria pode sim, se tornar realidade.

Mas muita calma nessa hora, ou o sonho pode virar pesadelo. Adquirir um bem é um passo importante a ser dado e por essa razão, não deve ser feito de forma precipitada. É primordial compensar a ausência de prática com informação. Pensando nisso, reunimos aqui as principais coisas que quem está pensando por esse momento precisa saber!

Um ou dois dormitórios?
Essa é uma pergunta que você deve fazer a si mesmo ou então, discutir com a pessoa com quem pretende morar. Se for seu parceiro de vida é hora de avaliar se pretendem ter filhos, por exemplo. Ou, se está nos planos do casal trabalhar em home office. Porque, dessa forma, será preciso contar com um quarto extra para servir de escritório.

Lembre-se que sua casa deverá atender também às necessidades futuras e não somente aquelas que se possui agora. Em muitos casos isso pode significar ser mais inteligente optar pelo financiamento de um apartamento de dois quartos, por exemplo – mesmo que o valor seja maior -, uma vez que a transação imobiliária compensa, pois vai atender às demandas de longo prazo.

Diferente do que aconteceria se você financiasse um apartamento de um quarto, mas, em seguida, precisasse trocar por outro maior. Portanto, a primeira coisa que você precisa saber é exatamente o que você quer.

O tipo de imóvel que você pretende comprar
É importante ter claro qual o tipo de imóvel que atende às suas necessidades. Casa, apartamento, duplex, geminado, conjugado…? Cada um deles tem prós e contras, coisas que para alguns podem ser vantagens, mas para outros um problema. Por isso é importante entender do que você precisa, para então poder avaliar o que lhe convém.

Outra reflexão que precisa ser feita sobre o tipo de imóvel que você vai escolher adquirir, diz respeito à faixa de preço que você pode pagar.

Não adianta querer uma mansão de três quartos se o seu salário não é compatível com esse estilo de vida. Tenha o pé no chão e acredite que é possível encontrar grandes imóveis com qualidades incríveis e que não vão deixar você sentir falta de nada!

A sua realidade financeira
Antes de comprar seu primeiro imóvel você precisa saber com precisão quais os seus rendimentos. Seu salário é fixo ou variável? Existe previsão de descontos? E de aumento? E de não aumentar?

Você tem alguma dívida ou precisará fazer alguma nos próximos meses? É fundamental que você saiba quais garantias de renda você terá a longo prazo, já que o investimento que fará não é pequeno.

Um ótimo conselho que muitos especialistas dão é o de nunca comprometer mais do que 30% da renda mensal familiar com dívidas. E é claro, nesse percentual total deve estar inclusa a parcela destinada à compra da casa própria. Uma dica de amigo que nós damos aqui é a de utilizar aplicativos que ajudem a manter o orçamento sob controle.

Os custos envolvidos na transação
Já pensou em conversar com um bom agente imobiliário? Ele pode ajudar nessa hora, aconselhando sobre todos os aspectos relacionados à compra de um imóvel, que vão desde as despesas de compra e venda até os custos dos cartórios e do Imposto de Transmissão de Bens Imobiliários (ITBI), que varia conforme o município. No âmbito do Município de Aracaju, a alíquota do ITBI é de 2% (dois por cento).

O valor a ser pago na parcela é um dos custos aos quais você deve prestar mais atenção. Ter a casa própria é como ter um casamento – o financiamento dura em média entre 30, 35 anos. O ideal é que a parcela comprometa apenas 20% da sua renda líquida.

Como ir à compra do primeiro imóvel
Para ir às compras com mais segurança, siga os três passos que vamos listar a seguir.

Passo um: pesquisa virtual. A melhor parte é que esse passo você pode dar sem sair de casa. Procure na internet por imóveis que atendam àquelas necessidades que você estabeleceu. Pesquise os preços médios de imóveis no padrão e na região de seu interesse.

Leve em conta também questões que possam afetar os gastos que você terá com transporte, alimentação naquela região, etc. Nessa etapa você vai coletar todas as informações que puder, para então depois poder checá-las pessoalmente.

Passo dois: pesquisa presencial. Agora chegou a hora de circular pelo local onde você escolheu viver, falar com corretores e também proprietários de imóveis daquela localidade. Assim será possível confirmar as informações que você obteve no passo um, e até mesmo atualizá-las, se isso se fizer necessário.

Pode parecer estranho quando se entende que esse é um passo muito sério, mas a verdade é que muita gente compra um imóvel “totalmente no escuro”.

Passo três: avaliação. Depois que você conseguiu juntar as informações mais relevantes e foi pessoalmente fazer essa checagem, está na hora de avaliar o que essas informações representam.

A nossa dica é fazer isso conversando com pessoas de confiança e discutindo suas descobertas com elas. Por elas estarem de fora da questão, é possível que elas percebem ou destaquem aspectos que você pode ter deixado passar. Ou ainda, que elas tenham informações adicionais.

A crise não é entrave, é solução!
Não se pode negar que momentos de instabilidade econômica podem trazer consequências ruins, mas também, podem ser sinônimo de oportunidade.

Com a crise econômica que o país atravessa a procura por imóveis cai e, consequentemente, os preços também. Por isso, esse pode ser o momento ideal para comprar o primeiro imóvel, porque quando a crise passar, o seu patrimônio estará ainda mais valorizado.

     

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