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casa propria passos

Ah… a serenidade na cara de quem literalmente ‘tem onde cair morto’, é algo impagável, não é mesmo? Não exatamente. Sendo uma pessoa objetiva e determinada, qualquer um pode trilhar o caminho que leva ao tão sonhado lar doce lar. E pagar por ele, é claro.

Seguindo passos simples, você pode começar a se preparar, hoje mesmo, para conquistar um daqueles grandes sonhos que vai crescendo conforme a gente cresce: a compra da casa própria 

1. Avalie sua caminhada
O primeiro passo a ser dado é fazer uma avaliação da sua situação financeira atual. Se você, assim como grande parte dos brasileiros, não possui uma poupança ou dinheiro guardado, uma dica que damos é para, a partir deste momento, começar a economizar uma grana a fim de reunir o maior valor possível para amortizar o valor da entrada. Afinal, quanto menos juros você pagar, melhor não é? Então valendo, a partir de… agora!

Mas, se você não quiser esperar muito, um caminho possível é acionar um financiamento, ou, ainda, solicitar um empréstimo bancário sob as regras do Sistema Financeiro da Habitação.

Há também a possibilidade de fazer um consórcio, que funciona basicamente como uma poupança com aplicações mensais destinadas à compra do imóvel.

Nesse caso, o maior diferencial é que você pode ser sorteado antes de juntar o valor total, conseguindo a carta de crédito para adquirir o imóvel. Você ainda pode dar um montante como lance e conseguir a carta de crédito antecipadamente.

Mensalmente (ou conforme estipulado em contrato), a administradora do consórcio contempla os investidores, por sorteio ou lance, com o crédito no valor do bem ou do serviço contratado, até que todos sejam atendidos.

2. (re)Corra ao FGTS
Se nos momentos em que você precisa de ajuda faz sentido correr para os seus amigos, essa é a hora certa de “correr” para um grande aliado desse momento: o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Há três maneiras de usar o recurso:
– Na entrada;
– Na quitação do saldo devedor;
– No abatimento das prestações.

Para sacar o dinheiro é preciso ter pelo menos três anos de registro na carteira de trabalho, considerando todos os anos de trabalho.

Além disso, você não deve ser proprietário de imóvel no município em que vive e trabalha, ou ter financiado outro imóvel pelo Sistema Financeiro da Habitação em qualquer lugar do país. O valor do imóvel a ser adquirido deve ser de no máximo 300 mil reais.

3. Organize os passos seguintes
Agora que você sacou seu FGTS e guardou uma quantia interessante de dinheiro, você sabe de que valor dispõe para aplicar na entrada. Ok, mas e quanto ao saldo que vai ficar para pagar?

Se você não pretende poupar esse valor mensalmente para quitar a dívida, essa é a hora de recorrer ao crédito imobiliário. Para ter uma noção mais realista do montante necessário, vale dar um Google e navegar pelos sites das instituições financeiras.

Várias delas fazem simulações on-line, com base na sua renda, no valor do imóvel, etc. Para fazer a simulação é exigida uma renda mínima mensal, que varia de banco para banco.

E ainda, se você possui renda bruta entre R$ 1.800,00 e R$9.000,00, pode fazer uso do Programa do Governo Federal Minha Casa Minha Vida e, assim, garantir subsídios de até 47,5 mil reais, além de pagar pela menor taxa de juros do mercado e por parcelas compatíveis com a sua renda mensal.

4. Caçada pelo imóvel perfeito
Agora que você já avaliou sua situação financeira e sabe qual faixa de preço de compra é compatível com ela, já sacou seu FGTS, juntou ele (ou não) com um montante de dinheiro economizado e escolheu uma opção de financiamento adequada à sua realidade, o próximo passo é procurar pelo imóvel perfeito.

Fique de olho em anúncios, fale com corretores de imóveis, percorra os bairros de que mais gosta em busca do local perfeito. Ou, se preferir, pode fazer tudo isso do conforto da sua casa, uma vez que a maioria das imobiliárias e construtoras possuem site, onde você pode conhecer mais sobre os imóveis disponíveis.

Além do tamanho certo, posição solar preferida e outros fatores do imóvel em si, é bom ficar de olho em questões como:

– A rua é tranquila e segura? Tem feira-livre ou barzinhos por perto? Farmácias? Supermercados? Bancos? Pontos de ônibus? Pondere bem esses fatores e defina quais são as suas preferências.

Atualmente, muitos condomínios, por exemplo, já vêm repletos de facilidades que podem ser fatores decisivos na hora da escolha, como a presença de academia, bicicletário, estacionamento para moradores e também para visitantes, guarita de segurança, parque infantil, piscina, salão de festas, entre outros.

5. Bata-perna pela região do imóvel
Conheça bem o local onde você pretende ir morar. A vizinhança em que você vai viver influencia diretamente em seu orçamento, uma vez que influi em questões cotidianas.

Viver num bairro mais afastado da região central ou na região central, por exemplo, resulta numa grande diferença de gastos com questões como alimentação, transporte, etc. Por isso, na hora de optar pelo seu imóvel, leve esses custos em conta, certo?

6. Em busca de informações
Que maravilha! Você já percorreu mais da metade do caminho, parabéns! Se chegou até aqui, quer dizer que encontrou um imóvel excelente, com localização sob medida para suas necessidades e, o melhor, do tamanho do seu bolso. Bem, então antes de fechar o negócio e pegar as chaves da casa, falta verificar se a papelada está em dia.

Se o imóvel não está sendo adquirido da planta, vá ao Cartório de Registro de Imóveis mais próximo do endereço escolhido, a fim de verificar se ele está hipotecado, se é objeto de discussão judicial ou se está alugado.

O vendedor também deve apresentar certidões para comprovar que não existem pendências na Justiça. Outra alternativa é procurar um advogado para checar tudo. É um investimento razoável, mas evita dores de cabeça mais tarde.
Já se você optou pelo financiamento, quem vai fazer isso são os bancos, que realizam essa avaliação jurídica e cobram uma taxa obrigatória pelo levantamento.

7. Leia tudo com atenção!
Antes de assinar qualquer documento é sempre importante ler tudo com muita atenção para que não haja arrependimentos. Contratos de compra e venda são longos e complicados.

Por isso, se possível, peça a um advogado para dar uma olhada e sugerir eventuais mudanças. Você também pode consultar um órgão de defesa do consumidor para esclarecer dúvidas.

O Procon alerta sobre a necessidade de acrescentar uma cláusula de rescisão caso a compra dependa de financiamento e o crédito não seja liberado.

Outro detalhe: se a compra for fechada em parceria com um (a) companheiro (a), é importante descrever no documento a parte de cada um no negócio. Isso deixará claro o porcentual de cada um na compra/venda se houver separação.

8. Cruzando a linha de chegada
É importante lembrar que na prestação do financiamento também são incluídos dois seguros obrigatórios. São eles o seguro de vida do proprietário e de danos ao imóvel, que correspondem juntos a cerca de 7% a 10% do valor da parcela mensal.

Além disso, prepare-se para outros gastos extras:

– Taxa de análise do crédito e de avaliação do imóvel, cobradas pelo banco;
– Custo de registro do contrato em cartório;
– Imposto de Transmissão de Bens Intervivos (ITBI), tributo que varia de acordo com o município.

Reserve pelo menos 2% do valor do bem para essas despesas. Com toda a documentação legalizada, você já está cruzando a linha de chegada. Agora é só chamar os amigos e comemorar. A casa é sua!

     

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